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À Glória do Grande Arquitecto do Universo .'.

 




Assim como vemos o nascer do sol, assim é nosso desejo de iluminar a humanidade, tornando-a cada vez mais feliz e igualitária


livre e de bons costumes, crê em Deus, ser supremo que nos orienta para o bem e nos desvia do mal.


livre e de bons costumes, cultiva a fraternidade, porque ela é a base fundamental da maçonaria, porque só pelo culto da fraternidade poderemos conseguir uma humanidade menos sofredora.


livre e de bons costumes, não se abate, jamais se desmanda, não se revolta com as derrotas, porque vencer ou perder são contingências da vida do homem.

livre e de bons costumes, pratica o bem porque sabe que é amparando o próximo, sentindo suas dores, que nos aperfeiçoamos.

livre e de bons costumes, é amigo da família, porque ela é a base fundamental da humanidade

QUADRO DA LOJA




QUADRO ADMINISTRATIVO DA
LOJA BENEMERITA ROSA DE SARON 192

Biênio 2013 - 2015


VENERÁVEL .'. - ADOLPHO VON RANDOW NETO  M. '. I. '.

PRIMEIRO VIGILANTE - NILTON MORAIS - M. '. M.`.

SEGUNDO VIGILANTE  EMILIO SILVA PINTO -  M. '. M. .

Orador :  -  

Secretario  :IRES DE MOURA E SILVA - M. '. I. '.

Tesoureiro: JOSE SUDARIO DE CARVALHO - M.`.I.`.

Hospitaleiro: JOSE DE MORAIS ALVIM - M.'.I.'.

Deputado : VALTER JOSE DE PAULA - M. '. I. '.

supl:     ANDRE HENRIQUE - M.`.M.`.


IIR . '.


GIULIANO DE SOUZA SIMÕES - M. '. M.'.

JOSE VIDA G MELO - M. '. I. '.

LEONARDO SILVEIRA DAMASCENO - Apr.`.

OSNEI COSTA GALVÃO - Apr.`.

CLEUDER CONDE  - Apr.`.

CALENDARIO DE SESSÕES

Reunião Terças Feiras 20:00 hs 
Av Barbacena 85 -Barro Preto - Belo Horizonte MG - GOMG

                         AGOSTO 2014

DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB
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HISTORIA DA LOJA



Vamos voltar no tempo: Ano de 1984
Tudo começou, quando um grupo de maçons, idealizaram fundar mais uma Loja do Rito Adonhiramita em Belo Horizonte, visando fortalecer e difundir a Maçonaria Adonhiramita no Estado.
O sonho tornou-se realidade no dia 21 de setembro de 1984.
Como todas as Lojas que se iniciam, tiveram que enfrentar inúmeras dificuldades: ora incompreensões, ora pontos de vista divergentes, mas a Loja soube seguir a caminhada sem tropeços e desavenças que levassem ao desanimo e ao retrocesso.
Com muita luta e sacrifício esses homens atingiram os seus objetivos.
Devidamente regularizada recebeu a sua carta constitutiva, e em 14-06-1985 foi feita à consagração do seu estandarte.
Depois de muitas sugestões, foi escolhido o nome de Rosa de Saron.
Por que Rosa de Saron?
Na velha Palestina milenar, região considerada sagrada até mesmo pelos gregos e pelos romanos, nasceu Jesus, o Cristo da Galileia.
Na sua maior parte, na planície, tornou-se famosa por sua vegetação que a adornava e que mais se enriquecia. Havia abundancia e fertilidade na terra, toda ela ao longo de 85 quilômetros, mas em alguns lugares já não era tanto assim, porque dominava o areal, os alagados e charcos e vegetação mais pobre.
Naquele tempo vastamente histórico, essa faixa quase litorânea, era chamada Hasharon (em hebraico) ou Zaroun (pelos gregos) ou ainda Saron (pelos latinos).
Desabrochava nessa área uma belíssima flor, inculta, rica na sua variedade, complexa em seu perfume, mas todas perfumadas, pois trazia em si, a presença do Criador.
Era a rainha das flores: A rosa.
Essa rosa era uma delicada flor da planície de Saron, mas que também brotava em regiões ásperas e áridas dos desertos.
A Rosa de Saron tornou-se uma expressão sacra, em que o sábio Salomão, nos arroubos de suas aspirações poéticas, definiu o Senhor Mestre dos Mestres. Devemos esclarecer que os Maçons cultuam crença ao “Grande Arquiteto do Universo”, que é Deus, Criador e construtor de todas as obras.
Salomão foi o construtor do maior e mais belo Templo dedicado ao Senhor, naquela época, pela sua magnificência e esplendor, para servir de habitação terrena do próprio Deus e colocar a Arca da Aliança, com as tábuas originais dos 10 mandamentos.
A Rosa de Saron atraia pelo seu perfume e encanto a todos que dela se aproximasse, pois exalava o perfume da paz e o sentimento do amor do Grande Arquiteto do Universo, desabrochando na exuberância dos corações, o desejo de Paz, Amor, Justiça e Harmonia.
Daí a escolha da expressão poética e significativa de Rosa de Saron, titulo distintivo dado a esta Loja.
colaborador: Ir.'. Jesus Dias de Brito.'. jdiasbrito@yahoo.com.br

GALERIAS DE EX-VENERAVEIS



(em construção)

FATOS & FOTOS

EXALTAÇÃO IR.`. EMILIO . 15 DE 0UTUBRO DE 2011



INICIAÇÃO IR.'. JULIANO EM 23 DE NOVEMBRO DE 2010











COMEMORAÇÃO 25 ANOS DA ARLS.'. ROSA DE SARON em 27 de setembro 2009
















Almoço de comemoração aniv ARLS.'. Rosa de Saron, na residencia do Ir.'. Niltinho. 21/09/2008 Domingo.


video

VIDEOS

PRANCHA


Nasci, não sei quando.
Em meu nome ergueram templos de pedra e os encheram com os que não me compreendiam.

Em meu nome, se fantasiaram e se engalanaram.
Em meu nome, fizeram-se falsos homens de bem.

Em meu nome, buscaram o poder pelo poder.
Em meu nome, delegaram-se sapientes e iniciados.

Em meu nome, fizeram-se donos da verdade.
Em meu nome, perseguiram mais do que ajudaram.

Em meu nome, ludibriaram e enganaram.
Em meu nome, me dividiram, como se eu não fosse uma só.

Em meu nome, retiraram dos meus rituais a essência dos ensinamentos do meu criador.
Em meu nome, criaram graus e degraus, como forma de serem importantes por estas conquistas e não pelo trabalho interior e exterior de cada um.

Em meu nome, criaram e criam vários ritos, tudo no grito.
Em meu nome, ganham a vida criando estórias e arregimentando seguidores para estas, para mais tarde se desmentirem.

Em meu nome, fazem leis e normas para os favorecer, ou para tentar calar o meu grito através dos que tentam me defender.
Em meu nome, usam a sociedade para benefício próprio e de seus apadrinhados ou cúmplices.

Em meu nome, criam até rituais onde o iniciado não necessita crer em DEUS, coitados, não sabem nem ao menos o que é uma iniciação .
Em meu nome, iniciam sem jamais iniciar.

Em meu nome, se colocam como maçom sem jamais se preocuparem em um deles verdadeiramente um dia se tornar.
Em meu nome, relegam a um segundo plano o verdadeiro sentido da iniciação.



Em meu nome, fazem sessões rápidas, maquinalmente, sem propósito algum, para sobrar mais tempo para a sessão gastronômica.
Em meu nome, sim, em meu nome, fazem tanta coisa errada que até fico constrangida em aqui apresentar.

Eu sou justa, sou perfeita, nasci para ajudar o homem a se aproximar do nosso Criador que é DEUS.
Eu sou justa, sou perfeita, dei os símbolos como meio didático para o homem melhor me compreender e praticar.

Eu sou justa, sou perfeita, criei o ritual para poderem com os símbolos melhor me compreender e entender.
Eu sou justa, sou perfeita, pensei que o homem poderia através dos símbolos e dos rituais interagir melhor com as forças energéticas positivas do universo.

Eu sou justa, sou perfeita, chamei o homem de pedra bruta para que ele sentisse e compreendesse a necessidade de se lapidar.
Eu sou justa, sou perfeita, mostrei ao homem que o templo físico deveria ser uma representacão do universo, só que alguns não entenderam, que tudo ali é sagrado, é uma das muitas moradas do meu Pai. Ali não há lugar para a inveja, o ciúme, a disputa, a vaidade, a intemperança, a raiva, a injúria e o juízo de valor.

Eu sou justa, sou perfeita, até deixo o homem dizer que eu tenho segredo, estes, se existem, são administrativos, como qualquer sociedade que um dia foi ou é perseguida tem, como forma de proteger os seu membros.
Eu sou justa, sou perfeita, nasci para ajudar todos os homens, independentemente do sexo, raça, cor, religiosidade ou posição social a se transformar em um iniciado, ou seja, num homem e consequentemente um espírito de LUZ. Que será aonde toda a humanidade terá forçosamente que chegar. Assim está escrito e assim se cumprirá.

Eu sou justa, sou perfeita, a todos e a tudo levo o meu perdão, mas, por favor, Sejam Dígnos de Mim, Não me maltratem e Me Socorram.
O meu nome, sim, o meu nome é MAÇONARIA
Pesquisa google busca :maçonaria

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RITO ADONHIRAMITA



Atualmente, no Grau de Aprendiz, uma Loja que siga, com ortodoxia, as determinações constantes do Ritual do Rito Adorinhamita, deverá trabalhar em um Templo com as características seguintes: A forma é de um quadrilongo ou de um retangulo na proporção dourada. Tal quadrilongo, é igual á soma de três retângulos. Um dos retângulos é o Oriente, e os outros dois são o Ocidente. Entre o primeiro e os outros dois retângulos há uma balaustrada, no meio da qual existe uma escada, com quatro degraus, de modo que o Oriente esta em um nível superior ao Ocidente.....No Rito Adonhiramita, as Colunas Gêmeas ficam dentro do Templo. Possuem o estilo coríntio (originário de Corinto, no Peloponeso, Grécia). Há três romãs maduras e entreabertas sobre cada um de seus capitéis. No fuste da Coluna da esquerda está gravada a letra “J”. No fuste da Coluna da direita está gravada a letra “B”..-.O desenvolvimento do Cerimônia do fogo revela a beleza cênica que é uma constante em todo o Ritual do Rito Adonhiramita e um conteúdo de ensinamentos de exaltação ao Grande Arquiteto do Universo.Parece-nos que a união em trilogia das palavras SABEDORIA, FORÇA E BELEZA, dirigida ás luzes da Loja e unidas ao Acendimento das Velas, foi o de tentar demonstrar de maneira hermetizada, a doutrina filosófica do Rito, que é Teísta e desenvolve suas ações, ritualísticas numa liturgia praticamente cultural-mística invocativa .Os itens que destacam os Maçons Adonhiramitas são as luvas e as gravatas brancas, sendo estas do tipo corrida nas Sessões Ordinárias, e tipo borboleta nas Sessões Magnas, obrigatórias para todos os Obreiros, os Aventais, o Chapéu e a Faixa com a sua respectiva Jóia designativa da sua qualidade, usadas pelos Mestres Maçons, quando sem cargo em Loja ou em visita a outras Lojas.
As práticas Ritualísticas do Rito Adonhiramita são, seguramente, das mais belas, entre as dos diversos Ritos praticados em nosso País. De acordo com autores como J. Castellani e J.P. Bavard, se o Rito Schröder é o mais simples e objetivo, o Adonhiramita é o mais complexo e o de maior riqueza cênica, não só nas Cerimônias Magnas de Iniciação, Elevação e Exaltação, mas até nas Sessões mais simples, quando nenhuma das práticas próprias do Rito é omitida. J. Castellani cita especificamente entre essas práticas, por exemplo, a Cerimônia de Incensação, que tem sido imitada por outros Ritos, o cerimonial do fogo (reavivamento da Chama Sagrada, tirada do Fogo Eterno) e as doze badaladas argentinas, também copiadas por outros Ritos, em todas as Sessões. E, no cerimonial de Iniciação, a cena da traição, de grande beleza cênica, profundo conteúdo dramático e alto teor educativo, pois, além de mostrar quão execrável é o traidor de seus próprios princípios, ainda ensina uma lição moral e uma verdade social: ninguém pode ser condenado, sem um julgamento imparcial. Numa sessão maçônica, o ritual já começa antes mesmo da chegada da maioria dos irmãos e da formação da procissão de ingresso no templo. O Mestr.'. Arq.'. verifica se tudo está em ordem para o início dos trabalhos, prepara o Altar dos Perfumes, e, na seqüência, com a participação dos IIr.'. Mestr.'. Ccer.'. e 1º Exp.'. , reanima a Chama Sagrada. Após esse momento é que o Mestr.'. Ccer.'. distribui as insígnias e organiza os irmãos para adentrar no Templo, tendo início a sessão propriamente dita.
Todos os eventos que ocorrem no ritual maçônico são importantes. Entretanto, no rito Adonhiramita, um deles tem um significado todo especial, que é a "Cerimônia da Incensação".O simbolismo do incenso está ligado diretamente ao simbolismo da fumaça e do perfume. A incensação tem como valor simbólico à associação do homem à divindade, do finito ao infinito e do mortal ao imortal. Ao espargir a fumaça se está purificando o ambiente tanto no sentido físico por tratar-se de substância com propriedades anti-sépticas, como espiritual, pois o incenso tem a incumbência de elevar a prece para o céu. A incensação gera uma atmosfera de aroma agradável e magnetiza com fluidos benéficos os obreiros e o ambiente, contribuindo para a formação da egrégora e propiciando à reflexão.O ritual da incensação inicia quando o Ven.'. Mestr.'. coloca as três pitadas do incenso no turíbulo, magnetizadas por Sabedoria, Força e Beleza. O Mestr.'. Ccer.'. incensa o Ven.'. Mestr.'. por três vezes, invocando a Sabedoria tão necessária para conduzir os trabalhos e orientar os Obreiros. A seguir, o 1º Vig.'. também é incensado por três vezes e pronunciada a palavra Força, o que é repetido no 2º Vig.´. onde profere Beleza. Retornando ao Or.'. , incensa por uma vez o Ir.'. Orad.'. quando mentaliza a "Justiça" com a qual o Guarda da Lei deve pautar seu trabalho, e, por uma vez também o Ir.'. Secr.'. , onde mentaliza "Memória", a memória da Loja que deve ser gravada por ele. Na seqüência, o Mestr.'. Ccer.'. , na linha média da balaustrada, incensa a Loj.'. por três vezes , proferindo na Col.'. do Sul Liberdade, na Col.'. do Norte Igualdade e no centro Fraternidade. Depois se posiciona entre Ccol.'. e voltado para o Or.'. incensa por mais três vezes, proferindo ao final: "Que a paz reine em nossas Ccol.'.".Então o Cobr.'. é incensado pelo Mestr.'. Ccer.'. por uma vez, quando é mentalizada a palavra Diligência, para que tenha zelo, aplicação e presteza no desempenho da função de Guarda do Templo. Após isto o Mestr.'. Ccer.'. troca de instrumentos com o Ir.'. Cobr.'. Int.'. e tem a porta do Templo aberta pelo Mestr.'. Ccer.'. , incensa o exterior do templo por duas vezes, para o sul e para o norte, mentalizando Paz e Amor, respectivamente. Desfaz-se a troca da espada e do Turíbulo, sendo então, o Turíbulo novamente depositado no Alt.'. dos Pperf.'. e está encerrada a cerimônia da Incensação.



Maçonaria Adonhiramita é acima de tudo AMOR! e o Rito Adonhiramita obriga a esse exercício, estabelecendo como norma de tratamento: Am.’. Ir.’..Todos sabem que a repetição é a melhor forma de ensinamento, e esse método de tratar do Rito Adonhiramita acaba fazendo os IIr.’.vibrarem o magnetismo do AMOR, proporcionando a harmonia que deve existir entre os seres humanos.

A maçonaria adonhiramita nos surge sempre a pergunta, quem foi que deu nome a nossa ordem, quem foi adonhiram? Muitos afirmam que adonhiram seria a representação do nome senhor Hiram onde adon significa senhor, contudo devemos voltar ao tempo da construção do templo de Jerusalém para que esta pergunta possa ser respondida.Na construção do templo temos três personagens principais que formavam as três grandes luzes responsáveis por sua construção, o primeiro era o rei Salomão, que, com sua sabedoria e riqueza, administrava o reino e comandava a construção do templo. O segundo personagem é o Rei Hiram de Tiro, reino vizinho que formava uma aliança política, comercial e espiritual com Salomão; este Rei foi o responsável pelo envio de mão de obra especializada, bem como de grande parte da madeira usada na construção do templo. Participava também como apoio político e comercial, já que o reino de Tiro dominava nesta época os mares; formavam ainda uma força religiosa com Salomão pois eram eles quem iniciava os Mestres-Construtores, ou melhor dizendo, os mestres maçons da época. A terceira figura é Hiram Abif que veio a pedido de Salomão do reino de Tiro onde este morava na altura; ao chegar, foi reconhecido como grande construtor e um verdadeiro maçon, sendo muito respeitado e admirado por Salomão e por todos os trabalhadores, se tornando o mestre de obras do templo.Tendo por função principal administrar a construção do templo e providenciar a sua decoração, este instituiu três classes de trabalhadores, os aprendizes ou trabalhadores da pedra bruta que tinham por objetivo escavar na rocha e retirar dela grandes blocos de pedra, viviam em cavernas escavadas na rocha, dentro desta mesma hierarquia se destacam os que mais tinham aptidão para o trabalho e a eles era dado o trabalho de desbastar a pedra bruta transformando esta em pedra polida ou pedra cúbica, o segundo grupo eram os oficiais também chamados de companheiros a eles se destinava o trabalho colocar as pedras no lugar do templo construindo as paredes e as estruturas do templo, auxiliados sempre pelos mestres construtores, estes começavam a descobrir os ofícios da arte de trabalhar com o metal e com as esculturas em pedra e adornos em madeira. O terceiro grupo era formado pelos mestres construtores que tinham por função dirigir os trabalhos dos oficiais bem como cuidar das obras de engenharia a serem produzidas, o Mestre de Todos os mestres era Hiram Abiff que comandava ao lado de Salomão a construção do templo.Para dividir estes três grupos e para que estes se reconhecessem entre si forma instituídas palavras de passe e gestos determinados que diferenciavam os aprendizes, companheiros e mestres, tanto para que estes se reconhecem entre si onde quer que se encontre bem como para que lhes fosse pago o salário no fim da semana. Alguns companheiros descontentes com o seu nível hierárquico e com seus salários tentaram se tornar mestres sem o devido merecimento, para isso emboscaram Hiram Abiff e tentaram lhe arrancar as palavras de mestre, este não disse uma palavra e foi morto por eles logo em seguida, os assassinos forma encontrados, sentenciados e mortos, não vou me aprofundar neste ponto pois o que importa neste momento é quem foi Adonhiram.Após a morte de Hiram Abiff um lugar vazio se abriu no peito de cada trabalhador pois perdiam a sua corda guia e quem poderia agora dirigir os trabalhos, com a sabedoria de Salomão este tornou um dos mestres construtores o novo mestre de obras o seu nome era Adonias, este mestre construtor por se parecer muito com seu mestre Hiram Abiff tanto em gestos ações e palavras ganhou o apelido carinhoso de Adonhiram e a partir daquele momento até o Rei Salomão passou a chamá-lo assim em homenagem a seu querido mestre de obras morto, após algum tempo Adonias muda seu nome para adonhiram e se torna um Grande mestre construtor quase que se igualando ao seu antigo mestre Hiram Abiff e terminando a obra começada, a construção do templo de Jerusalém onde a Arca da Aliança ficaria a salvo para sempre e o seu deus teria agora a sua definitiva morada.Este Mestre Construtor que concluiu o Templo de Salomão marcou seu nome na história como um grande personagem e um grande mestre maçom, tornando o templo de Jerusalém uma das maiores belezas já vista sobre a terra, além disso se tornou uma luz para seus companheiros um exemplo de determinação e sacrificio ajudando a todos os seus irmão em todo o momento que estes precisassem, instruindo e guiando ainda por muito tempo todos os construtores que estiveram sobre suas ordens, este grande mestre se chamaria Adonhiram e gravaria o seu nome como percursor da Ordem Iniciática Maçônica a qual nós fazemos parte.